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ManualDaColorida: Os diferentes tons de ruivo

A partir do momento em que você decide que quer ficar ruiva, irá se deparar com enumeras possibilidades, não sei vocês, mas eu não imaginei que ficaria tão confusa sem saber como queria/quero meu cabelo. A primeira ideia de ruivo que tinha era aquele ruivo enferrujadinho natural, sabe? Só que uma coisa que com certeza hoje faria total diferença se fosse começar a saga sabendo tudo que já sei e não começar com um tom escuro. Não que eu tenha escolhido uma cor realmente escura, mas comecei com uma 8.4 da Keune e ela não é tão clara assim, algumas vezes vemos cabelos de pessoas que usam a 7.44 da mesma marca que fica mais claro, mas é como falei no outro post, temos que ver diversos fatores que podem interferir.

O primeiro passo para escolher o tom que queremos é conhecer nosso cabelo, o meu por exemplo é um castanho claro com fio médio (nem grosso nem fino) o que me leva a crer que ele abre relativamente fácil, só que não é por isso que devemos colocar uma tinta de base escura, durante estes quase dois anos e meio de “ruivisse”, nunca tive a coragem de usar uma tinta escura sem fazer uma misturinha antes. Como não tenho cabelo loiro natural ou fio fino (que são fatores que facilitam na hora de abrir a cor) dou preferência a tintas de no mínimo base 8 e oxidante de 30 volumes.

Já se você tem o fio fino ou claro, pode apostar numa ox de 20 volumes e até uma base mais escura (dependendo da cor que quer chegar). Porém se você tem cabelo naturalmente preto, grosso ou com algum tipo de alisante com formol ou selante precisa usar uma oxidante 40 volumes, super clareadoras ou tintas de base 8, 9 ou até 10. Na hora de pintar é sempre importante fazer o teste de mecha para não correr muitos riscos e se o cabelo for virgem, entender como ele abre. Existem vários tons de ruivo: O ruivo natural mais cobre puro que pode ser encontrado em tintas como a Keune 8.4, Alfaparf 7.4, C. Kamura 7.40, Yamá 7.4 dentre outras, inclusive tonalizantes como o cobre da Keraton;

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Yamá 7.4

O ruivo laranjinha, muitas vezes encontrados com tintas super pigmentadas, com um leve tom de dourado, anilina e tonalizantes laranja. Alguns exemplos são Igora 8.77, Truss 8.44, Yellow 9.4 e algumas misturas com mix 0.43;

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Yellow 9.4 (recém pintado)

O ruivo puxado para o vermelho, que algumas vezes são até mais vermelhos do que cobre. Vai desde tintas como a Keune 7.46 ri, Koleston 77.44 (muitas vezes também utilizadas com tintura 9.3 para quebrar um pouco o vermelho apesar de não ter o .6 esta tinta é super vermelha e intensa) até tinturas exclusivamente vermelhas com finais .6 ou .66 ou tonalizantes como o conhaque do C. Kamura que futuramente tratei mais detalhes (deve-se lembrar que ele fica com reflexo vermelho por pouco tempo).

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Koleston 8 (tonalizado com anilina laranja e um pouco de vermelha)

O ruivo dourado, também conhecido como strawberry blond, um dos mais difíceis de conseguir chegar, manter e ainda ter que escutar as pessoas falando que você é loira muito mais que os outros tons. Este tem ou mais pigmento dourado como a Keune 8.34 ou é bastante clara como a Keune 9.43;

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Yelow 8.4+9.4

Uma boa dica para quem quer escolher a tinta dos sonhos é ir em grupos como o Amor Acobreado, Mundo Ruivo, Amor Acobreado Sem Censura, dentre tantos que tem no Facebook, onde podemos encontrar uma grande variedade de fotos de pessoas que usaram diversas tintas e assim ter uma ideia de qual escolher. Então, esse foi o #ManualDaColorida de hoje, espero que tenha ajudado.

* Todas as fotos foram autorizadas pelas donas para publicação desse post

Publicado por Érica Kolbe Tags: , , , , , , ,
ManualDaColorida: Um guia para iniciantes (Ruivas)

ruivo

Desde quando comecei a querer ficar ruiva venho notando o quão trabalhoso é chegar no tom que queremos, ora pela base do nosso próprio cabelo, químicas anteriores (tinturas, alisamentos, selagem), ou até pelo desbote super rápido de alguns tons. Quando comecei nesta saga conhecida e vivida por muitas meninas tenho notado que com o passar do tempo nos tornamos mais “experts” tanto em colorimétria como em cuidar do nosso cabelo (já que um cabelo tingido exige mais cuidados, principalmente com o desbote da cor). Hoje vou mostrar para vocês um pouco sobre numerações e porque não conseguimos logo de cara a cor que escolhemos. A partir do momento que você compreende que a cor da caixinha da tinta não é exatamente a cor que seu cabelo vai ficar com a aplicação é quando começa a perceber que é mais seguro escolher pela numeração. As tintas tanto profissionais ou as comuns que encontramos nos supermercados da vida tem sua numeração e muitas vezes vamos pelo nome ou cor da caixinha, falo por mim que muitas vezes fiz isto, e esquece de olhar a numeração. É algo bem simples:

  • 1: Tom base
    O primeiro número que vem na caixinha começa do o 1 que corresponde ao preto, é a cor mais escura e assim podemos notar que conforme o número aumenta a tinta fica cada vez mais clara. Os mais utilizados para ruivos são a partir do 7 que é o loiro médio até o 9 que é o loiro claríssimo.
  • 2: Reflexo
    O número que vem, muitas vezes, depois de um ponto ou virgula é o reflexo que vai ter sobre a base, esta cor é a que mais costuma desbotar. Quando este número vem repetido é porque o reflexo é intenso. Este pode variar de marca para marca, então é importante ler o nome na caixinha para ter certeza que é o reflexo desejado. Um exemplo disto é que a maioria das marcas o pigmento cobre é o 4 e na Igora é o 7. Não é simples?

Agora vem aquela dúvida: Porque eu não consigo a cor que quero logo de primeira mesmo sabendo isto? Uma coisa que devemos sempre lembrar é que não é porque vamos usar uma tinta de base 8 que o cabelo vai ficar necessariamente na altura de um 8. Isso acontece porque existem muitos tipos de cabelo, um fio fino vai abrir bem mais fácil que um grosso, um cabelo com base natural clara vai abrir bem mais fácil que um de base natural escura. Outros fatores que complicam bastante são químicas e resíduos de tintas nos fios, existem químicas que dificultam a abertura da cutícula do cabelo e por esta razão não abre tão fácil e quando se tem resíduos de tintas e tonalizantes o excesso de pigmentos dificulta também.

Então, esse foi o #ManualDaColorida de hoje. Espero que tenha ajudado!

Publicado por Suelen Gonçalves Tags: , , , , , , , , ,